segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Lisboa e as esplanadas

Durante os meses da Primavera e Verão, as condições meteorológicas em Lisboa e os dias compridos convidam a usufruir os jardins e praças de Lisboa.

A atractividade dos espaços exteriores para a estadia, o convívio e o lazer depende da existência de condições e equipamentos que os tornem seguros, acessíveis e confortáveis. São disso exemplos a protecção do sol ou vento excessivos, segurança, equipamentos para a prática de desporto informal, parques infantis, quiosques e esplanadas.

As esplanadas constituem âncoras para a permanência das pessoas nos espaços públicos. Tornam mais confortável a estadia de quem vai conviver, acompanhar crianças a parques ou simplesmente usufruir, por exemplo, de um jardim.

Em Lisboa falta uma estratégia para a instalação de esplanadas. Parece mentira que noutras capitais e cidades europeias, muitas delas com clima menos favorável, se observem esplanadas em muito maior quantidade do que em Lisboa.

Lisboa tem condições particularmente favoráveis para que as esplanadas se tornem uma imagem de marca da cidade. Tem o clima e os espaços amplos por ocupar, tem um turismo receptivo a estes equipamentos, tem uma população estudantil elevada, tem níveis de segurança aceitáveis e guarda ainda a memória dos passeios ao final da tarde ou à noite, outrora frequentes.

Faltam em Lisboa regras claras para a instalação destes equipamentos. Regras que impeçam a insegurança da arbitrariedade das autorizações e que se adeqúem às necessidades actuais de conforto. Mas faltam também incentivos para a respectiva instalação, convidando à estadia e usufruto dos espaços, promovendo também a segurança.

A Câmara deve actuar como facilitador e promotor de uma cidade que tenha nas esplanadas uma atracção. Deve ser eficaz na fiscalização, mas deve, primeiro, definir regras modernas e adequadas. São as regras que se devem adequar aos objectivos e não condicionar os objectivos às regras.


texto publicado na edição de Agosto do Jornal de Lisboa

Assumir compromissos

Assumi funções como deputado na Assembleia da República no passado dia 20 de Junho, após ter sido eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa no dia 5 de Junho.

Vivemos um momento exigente e determinante para o futuro de Portugal, para o nosso futuro e dos nossos filhos. Temos dois caminhos: o mais fácil – que temos vivido há muitos anos – que é o caminho do faz de conta, de não encararmos a realidade, preferindo viver acima das nossas possibilidades. E o caminho da Mudança. O caminho difícil em que nos temos de olhar no espelho e vermos como realmente estamos e o que podemos e devemos fazer.

Portugal escolheu a Mudança. Este é um caminho cujo sucesso depende da capacidade em acreditar que cada pessoa tem um papel a desempenhar. Este é o tempo de todos, sem excepção, cada um no seu meio, dar um contributo para voltar a colocar Portugal a par com os demais países da União Europeia.

O PSD assumiu um compromisso com os portugueses. Portugal pode voltar a ter futuro. Este é também o meu compromisso. Desempenharei o meu mandato na Assembleia da República com todo o empenho para que o meu contributo possa ajudar o nosso país.
Encaro o meu mandato enquanto deputado com a responsabilidade de representar os cidadãos, as suas preocupações e as suas ambições. Neste contexto, pretendo manter uma ligação estreita com todos os eleitores. Quero sentir e saber o que pensam e o que esperam em cada momento.

Mas pretendo também prestar contas do trabalho desenvolvido. Afinal tenho um mandato do povo e a ele tenho de prestar contas.

Enquanto autarca aprendi a estar próximo e a dar satisfações das opções que tomo. É assim que continuarei a fazer em Lisboa e que farei também na Assembleia da República.

É assim que encaro as minhas funções na Assembleia da República. Com entusiasmo para ajudar o meu país, com disponibilidade para escutar e responsabilidade para dar satisfações.


texto publicado na edição de Julho do Jornal de Lisboa

terça-feira, 28 de junho de 2011

A importância das árvores nas cidades

Chegados a esta altura do ano, com o calor a aumentar, damos conta da vantagem da sombra de uma árvore. Quando andamos a pé (e de carro quando paramos ou estacionamos) procuramos percursos ou locais protegidos dos raios solares pelas árvores.

Em parques e jardins, mas também nas ruas e praças, as árvores desempenham funções muito variadas e vitais numa cidade:

1. Aumentam o conforto e valorizam as cidades.
• Criam sombras que protegem da exposição aos raios solares;
• Diminuem a temperatura dos espaços abrigados e envolventes;
• Aumentam a humidade do ar tornando o ambiente mais agradável;
• Protegem do vento;
• Valorizam o património envolvente;
• Melhoram a estética das cidades, promovendo a diversidade de cores e de luz.

2. Promovem a qualidade ambiental.
• Absorvem dióxido de carbono (um dos gases responsáveis pelo efeito de estufa) e libertam oxigénio;
• Absorvem poluentes em suspensão;
• Reduzem o ruído;
• Servem de abrigo e alimento a diversas espécies animais, favorecendo a biodiversidade;
• Favorecem a infiltração de águas pluviais;
• Promovem a diminuição do consumo energético das habitações envolventes.

Por tudo isto, mesmo quando os passeios se enchem de folhas secas e incomodam o nosso caminho, ou que os telhados se enchem de folhas e ramos ou quando os carros ficam mais sujos ou até quando as alergias culpam as árvores, pense em tudo aquilo que perdíamos se não tivéssemos árvores na cidade. Na verdade, quase todos os inconvenientes podem ser ultrapassados com mais e melhor limpeza e escolha de espécies adequadas. E em relação às alergias, na maior parte dos casos, as árvores são erradamente culpadas.

Quando andar na rua repare na diferença de conforto de uma rua com ou sem árvores. E seja exigente! Não deixemos que se continue a diminuir o número de árvores de alinhamento nas ruas e avenidas, nem que haja cada vez mais ruas sem árvores.


texto publicado na edição de Junho do Jornal de Lisboa

sábado, 18 de junho de 2011

Picnic na Avenida: um abuso de poder, falta de respeito e falta de transparência



O anunciado mega picnic na Avenida da Liberdade resulta de um inadmissível abuso de poder de Sá Fernandes e de António Costa que comprometem o espaço público de Lisboa como se coisa deles se tratasse.

Esta decisão foi tomada sem transparência, pois não se conhecem claramente as contrapartidas, e sem salvaguardar devidamente o interesse da cidade, escudando-se em algumas contrapartidas sem interesse para a cidade ou de dimensão insignificante, muito longe de justificar os transtornos causados.

Esta acção resultou num transtorno para o funcionamento da cidade e num desrespeito para os lisboetas que veêm a Avenida da Liberdade condicionada e ocupada por uma operação de marketing de uma cadeia de hipermercados mascarada com objectivos que apenas servem para tentar justificar esta campanha de publicidade.

Nada tenho contra a publicidade na cidade desde que de forma equilibrada, com regras e contrapartidas adequadas e sem prejudicar a cidade de forma insuportável. Felizmente a cidade tem espaços para acolher estas iniciativas sem prejudicar o funcionamento da cidade. Não é este cuidado que se verifica neste caso.

Noutros tempos, o vereador Sá Fernandes estaria a protestar e a anunciar uma qualquer providência cautelar. Agora...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Diário de campanha - 3 de Junho (parte 2)

Por volta das 18h a concentração de pessoas junto ao Arco da Rua Augusta estava ao rubro. Muita animação e muita confiança no futuro para receber Passos Coelho. A arruada da BAixa é o momento de reunião de muitas figuras públicas do PSD. Desta vez não foi diferente e muitas caras foram vistas e quiseram mostrar-se.



Ao contrário do habitual, em vez de descer a partir do Lg. Camões, desta vez o percurso foi inverso. Mas foi apenas um detalhe. Importante foi a multidão compacta que acompanhou o percurso. Importante foi a alegria e entusiasmo.


Quando chegámos ao Lg do Carmo, passado um instante estava no palco junto com os meus colegas candidatos, assistindo aos discursos da noite. Foram discursos claros e muito firmes. Que agradeceram, exigiram e comprometeram-se.



Depois foi o tempo de comer uma bifana, ouvir as primeiras canções de José Cid e saír para um merecido descanso (apenas até Domingo).

O último dia de uma campanha, mantém as características de há muito. Um momento de agradecimentos a todos quantos nos apoiaram - a JSD e muitos militantes que, não sendo candidatos, foram mais assíduos que muitos candidatos, um cumprimento especial aos candidatos que não conhecia ou conhecia menos bem mas com quem, após várias semans de contacto quase diário, criei laços de estima e consideração e uma saudação aos candidatos que já conhecia mas com quem estreitei relações depois de tantos dias lado a lado.

As acções do último dia de campanha também mantém a grata possibilidade de rever velhos amigos militantes, alguns que diminuiram a sua actividade partidária, mas que se reunem nesta altura. Foi um sem número de reencontros, reviver de antigas histórias e episodios de anteriores campanhas. Foi bom.

Diário de campanha - 3 de Junho (parte 1)

Este foi o derradeiro dia da campanha.

A actividade teve início com um almoço no Mercado da Ribeira tendo como convidados representantes de associações que desenvolvem actividade de apoio social no distrito de Lisboa. A recebe-los estavamos nós - os candidatos a deputados por Lisboa e o futuro primeiro-ministro - Pedro Passos Coelho.

Foi um evento que pretendeu simbolizar a importância que o PSD quer dar à solidariedade social e uma homenagem ao papel desenvolvido por estas instituições que tantas vezes se substituem ao estado no acompanhamento que prestam aos mais desfavorecidos.





Mas foi também um momento de compromisso. Pedro Passos Coelho assumiu que devolverá o respeito e o espaço de actuação próprio destas entidades e pediu o seu empenho na articulação no apoio que vai ser necessário garantir neste tempo difícil que atravessamos em Portugal.

Durante o almoço foram muitas as pessoas que procuraram Passos Coelho para o felicitarem ou para darem conta de dificuldades. Muitas da cidade de Lisboa que transmitiam os seus problemas no relacionamento com a Câmara Municipal. Foi com muita satisfação que fui convocado pelo candidato a primeiro-ministro para acompanhar essas questões, na minha qualidade de líder do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa.

Naturalmente que procurarei resolver estas questões. Porque é meu dever enquanto autarca, porque o faço com a satisfação de quem gosta de ajudar os outros, porque tenho consciência que aquelas pessoas, quando se dirigiram a Pedro Passos Coelho, esperavam que ele os pudesse ajudar. Assim será.

Terminado o almoço, teve início a contagem decrescente para a arruada na baixa e para o comício final. Lá estarei.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Diário de campanha - 2 de Junho

Hoje é dia da Espiga (Quinta-feira da Ascensão)

Comecei a campanha no Forte da Casa - Vila Franca de Xira, com uma visita ao centro de interpretação das Linhas de Torres com a companhia de João de Carvalho - vereador do PSD na câmara local e também com o actor Ruy de Carvalho.

Seguimos depois para para Alenquer onde almoçámos com os vereadores e dirigentes do PSD local. Foi um óptimo almoço com uma recepção sempre agradável dos nossos colegas candidatos da zona Oeste.


Terminado o almoço, iniciámos um percurso pela feira de Nossa Senhora da Ascensão onde o Dr. Fernando Nobre demonstrou, uma vez mais, a sua capacidade de contacto com a polulação.

Uma última nota: a fachada frontal do edifício dos Paços do Concelho de Alenquer é uma réplica do edifício congénere de Lisboa. Curioso.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Diário de campanha - 31 de Maio

Hoje ao final da manhã comecei com um percurso pela Av. de Roma e Av. João XXI. Uma zona onde o PSD é sempre muito bem recebido, mas que, por isso mesmo, merece sempre a presença dos seus candidatos. Confesso que me senti em casa. Cumprimentos aos vizinhos e aos comerciantes locais sempre simpáticos.


No final da tarde, com a companhia do Dr. Fernando Nobre, demos início a uma acção de campanha histórica. Foi por Alfama. Eu já fiz este percurso diversas vezes em campanhas eleitorais autárquicas e tambpem em funções autárquicas enquanto vereador, mas em campanha para eleições legislativas foi um percurso inédito.


Com a companhia dos autarcas do PSD da Sé e de Santo Estevão, iniciámos o percurso pelas ruas de Alfama. Um bairro verdadeiramente lisboeta e por isso tão agradável. A recepção foi boa e permitiu aos candidatos conhecerem uma outra Lisboa.





Por fim juntámo-nos num arraial popular de Lisboa. Em véspera do mês dos Santos populares, era uma visita obrigatória. Candidatos, autarcas e demais militantes comeram sardinhas acompanhadas por sangria. Uma excelente noite muito animada. Uma palavra de agradecimento aos autarcas locais, em particular ao Filipe Pontes ao João Baioneto e ao António Pereira.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Diário de campanha - 30 de Maio

Este foi o dia destinado à abordagem das questões da mobilidade para o qual me foi solicitada a preparação de dois momentos de campanha: sobre a Alta Velocidade Ferroviária e sobre a questão do Terminal de contentores de Alcântara.

Assim fiz. Como sempre procuro fazer, preparei com cuidado estas acções sobre um tema tão importante para o distrito de Lisboa e para a Área Metropolitana de Lisboa. Afinal, na AML vive cerca de um terço da população portuguesa, é aqui gerado cerca de um terço do Produto Interno Bruto e estão sedeadas cerca de 36% das empresas nacionais. Na AML, em média, cada pessoa gasta uma hora por dia em transportes.

Sobre a alta velocidade (conhecida por TGV), ao final da manhã visitámos as obras do dito TGV em Marvila, junto à Av. Infante D. Henrique. Sim. Mesmo depois da suspensão da decisão, decorrem obras para uma infraestrutura que não se vai concretizar. São 27 milhões de euros deitados à rua por conta de um capricho, de uma teimosia. Lamentavelmente não tivemos comunicação social.

Passámos depois por Telheiras onde fizemos um pequeno percurso a pé na zona de maior comércio local na companhia do presidente da junbta de freguesia do Lumiar.

Dirigimo-nos depois da a Doca de Santos onde recordei o período em que me juntei a um grupo de cidadãos lutando contra a ampliação do Terminal de Contentores de Alcântara e contra o prolongamento da concessão, sem concurso, à LISCONT (Grupo Mota Engil) da exploração do TCA. Foi uma batalha em defesa da cidade de Lisboa em que me empenhei e que conseguimos ganhar a bem de Lisboa.

Foi com este grupo de cidadãos que almoçámos para que os candidatos tomassem conhecimento desta causa e das preocupações que a motivaram. A cidade de Lisboa não comporta mais pressão de camiões a circularem e um mutro de contentores a separa-la do rio. A operação de transporte maritimo é importante mas pode ser desenvolvida na margem sul ou tirando proveito do porto de Sines.

Considerando que o nosso cabeça de lista - Fernando Nobre - é também um homem de causas e de intervenção cívica, este encontro com cidadãos que se envolveram neste processo foi particularmente oportuna.

domingo, 29 de maio de 2011

Diário de campanha - 29 de Maio




Um Domingo que começou bem cedo. às 9h00 estava a chegar à feira do Relógio em Lisboa.



A comitiva liderada pelo Dr. Fernando Nobre estava animada. A descida entre os feirantes e muita gente foi bem recebida. Fomos cumprimentando, respondendo às dúvidas e parámos algumas vezes, ora para um pão com chouriço, uma fartura ou um gelado "à antiga" com que Fernando Nobre terminou a passagem por esta feira de Marvila.



Seguimos então para Algés onde efectuámos uma breve paragem para um café enquanto nos reunimos com os militantes da Secção de Oeiras. Passámos ainda por um evento em Paço de Arcos que visitámos.



Dirigimo-nos então para o almoço com a comunidade caboverdiana do bairro dos Navegadores em Porto Salvo. Ainda antes do almoço, enquanto esperávamos pela saída da missa, tomámos café e ainda estive a trocar impressões com alguns moradores. Foi uma agradável conversa em que procurei esclarecer os pontos de vista do PSD e denunciei a incompetência deste governo.



Depois foi uma fantástica cachupa servida a preceito e acompanhada com música caboverdiana. Um almoço fantástico com a boa gente de Cabo Verde de que me recordarei sempre e com a promessa de lá regressar.

sábado, 28 de maio de 2011

Diário de campanha - 28 de Maio

Hoje foi um dia de muita chuva. Nada a calhar para quem anda em campanha...

Juntei-me à caravana em Benfica. A meio da tarde estava previsto o encontro junto ao centro comercial Fonte Nova (onde já não ía há vários anos).



A acção previa uma visita a uma feira de comércio e actividades relacionadas com os animais promovida pela junta de fregueisa de São Domingos de Benfica, mas a chuva intensa que inundou o recindo da referida feira abreviou a iniciativa.

Ainda assim demos uma volta pelo Fonte Nova e depois fizemos uma breve visita à feira.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Diário de campanha - 27 de Maio

Hoje iniciei a campanha com a visita efectuada ao Hospital Dona Estefânia. O motivo foram as notícias que davam conta do previsível encerramento da maternidade do hospital no próximo dia 6 de Junho (coincidência ser no dia seguinte às eleições).



Regressei a este equipamento depois de há alguns meses ter feito uma visita no âmbito das minhas responsabilidades enquanto líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa. Neste contexto temos acompanhado a intenção de encerramento deste hospital, tendo já tomado posição contrária a este objectivo.




Desta vez verifiquei uma diferença substâncial: a disponibilidade dos profissionais para dar a cara protestando contra esta intenção de encerramento aumentou. Sinal claro de que este ciclo político está próximo de mudar.



Em qualquer caso saúdo os profissionais que nos receberam e que se pronunciaram publicamente sobre esta questão. Quero também deixar uma palavra de reconhecimento pelo esforço e persitência do Grupo dos amigos do Hospital Dona Estefânia que nunca desistiram de defender este equipamento e em particular ao Professor Gentil Martins que tem sido o rosto da resistência.



Depois desta visita, rumámos até à Praça Paiva Couceiro, já sem o Dr. Fernando Nobre mas com um animado grupo de candidatos acompanhado pela animadíssima JSD e fizémos a tradicional descida da Av. Morais Soares. Terminámos com um almoço no café Império.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Diário de campanha - 26 de Maio

Hoje juntei-me aos meus colegas candidatos e à restante caravana na Graça. Um dia chuvoso pouco convidativo a acções de rua. Mas tem de ser. Faça chuva ou faça sol!








A aguardar a comitiva no miradouro da Graça - com uma magnífica vista sobre a cidade - estava o presidente da Junta de Freguesia - Paulo Quadrado.



Almoçámos num simpático restaurante e seguimos, partindo do Largo da Graça até quase a Sapadores em contacto com a população.







Depois partimos para a Reboleira - Amadora - onde visitámos o centro de saúde local e falámos com os responsáveis. Ali tivemos oportunidade de constatar as deficientes condições das instalações, bem como os problemas na prestação de cuidados de saúde.