quarta-feira, 25 de maio de 2011

Diário de campanha - 25 de Maio


Mais um dia de campanha. Hoje, do conjunto de acções previstas, não podendo estar em todas, optei pela visità ao Bairro do Condado (mais conhecida por zona J).

O encontro foi no largo onde se situa a junta de freguesia. Começámos por manter uma reunião com a assocciação guiniense onde fomos muito bem recebidos.

Depois visitámos diversas associações, comércio local e contactámos a população.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Diário de campanha - 24 de Maio



Neste dia participei na visita à Vila Dias. Um canto de Lisboa, aparentemente esquecido.

Um aglomerado de habitações em muito mau estado de conservação em que a Câmara Municipal não parece estar empenhada em intervir.

Na companhia de Fernando Nobre e com a sua constante atenção, observámos pobreza e procurámos deixar esperança.

domingo, 22 de maio de 2011

Diário de campanha - 22 de Maio

Hoje foi o primeiro dia do período oficial de campanha. Para quem anda em campanha há semanas foi mais um dia.




Começámos o dia, logo pela manhã, na feira de São Pedro em Sintra. Volta muito concorrida pela população mas tambpem pelos militantes que nos acompanhavam. Ainda em Sintra fizemos uma breve passagem pelo Cacém onde nos cruzámos com um desfile de bombeiros.





Ao almoço juntámo-nos num restaurante em Belém, por coincidência próximo de um posto de um espaço de sensibilização ambiental da Câmara de Lisboa que instalei quando fui vereador. Bons tempos!


Da parte da tarde a passagem obrigatória pelos pastéis de Belém e um agradável passeio pelos muito concorridos jardins de Belém (jardim Vasco da Gama).





O dia terminou com um passeio pelo jardim da Estrela (jardim Guerra Junqueiro).

sábado, 21 de maio de 2011

Diário de campanha - 21 de Maio

Hoje foi dia de campanha em Alvalade. No caso, pela freguesia de São João de Brito onde o PSD é sempre bem recebido. Onde comecei a fazer política onde também eu sou bem recebido. Onde me sinto em casa.


Encontro na Biarritz para um café matinal. Depois a habitual volta pelo Mercado de Alvalade Norte com Fernando Nobre a encabeçar a comitiva. De seguida um passeio pela Avenida da Igreja e no final um almoço do Tico-tico com autarcas e dirigentes de clubes e associações locais.

Foi uma acção rica em contactos com a população e com os seus representantes autárquicos e uma oportunidade para que os candidatos a deputados ficassem a conhecer as actividades desenvolvidas pelas associações locais.

Depois do almoço seguimos para Massamá onde visitámos uma feira de actividades locais na escola Professor Egas Moniz.

O meu dia de campanha terminou com um passeio na zona do Parque das Nações.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diário de campanha - pré campanha com Pedro Passos Coelho

Ainda durante o período de pré-campanha, estive com Pedro Passos Coelho no distrito. Primeiro num jantar/comício na Malveira no dia 13 de Maio em que se confirmou a capacidade de mobilização do PSD em Mafra graças aos dirigentes locais e ao reconhecimento do trabalho do presidente da Câmara - Ministro dos Santos.



Depois, no dia 15 de Maio, contámos com Pedro Passos Coelho durante quase todo o dia. Primeiro em Sintra (isto depois de termos estado, ainda sem PPC, na feira da Brandoa) na Piriquita onde se encontrou com Fernando Nogueira, Fernando Seara e Ângelo Correia. Seguimos depois para Cascais onde fomos recebidos com grande animação (que não é alheia ao facto de termos um presidente da Câmara - Carlos Carreiras - que orgulha o PSD), percorrendo o passeio marítimo. O dia terminou com um comício na Brandoa.






No dia seguinte as acções de campanha em Lisboa contaram ainda com Pedro Passos Coelho. De manhã na feira do Silvado em Odivelas e ao almoço em Vila Franca de Xira com professores. O dia terminaria na região Oeste.

Passos Coelho só voltará a Lisboa para o encerramento da campanha. Até lá estarei com Fernando Nobre e os restantes candidatos por Lisboa a percorrer todo o distrito com o indispensável apoio dos militantes do PSD.














Diário de campanha

Inicio aqui o registo da minha participação no esforço do PSD para Mudar Portugal a partir do dia 5 de Junho.

Enquanto candidato procurarei relatar o meu percurso de campanha. O que vejo, o que escuto e o que sinto nestes dias intensos.

A preparação da campanha teve início, no final de Abril com o contacto com as estruturas locais do PSD e com os autarcas - estruturas e militantes em posições privilegiadas para contribuirem para o esforço comum. Oeiras, Cascais, Amadora, Odivelas, Sintra e Lisboa foram as concelhias que visitei, para além de uma reunião com presidentes das juntas de freguesia do distrito.

Depois iniciaram-se as acções de campanha em contacto com instituições e com a população. numa agenda muito preenchida organizada pela Direcção de Campanha dirigina pela Ana Sofia Bettencourt logo no início de Maio.

Quero fazer aqui uma referência às qualidades do nosso cabeça de lista - o Dr. Fernando Nobre - no contacto com a população. Muita empatia com quem se cruza e uma forma de abordar as pessoas sincera, realmente preocupada e atenta. Com serenidade e firmeza aborda as pessoas e conversa depositando atenção em cada diálogo. Um exemplo para quem quer fazer política.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Construír a mudança - o meu compromisso

Caros amigos,

Portugal tem de mudar. Por nós, pelos nossos filhos. Este é o meu sentimento, a minha convicção e o meu empenho.

Desde cedo me envolvi na intervenção política e partidária. Assumo o meu empenho pela política autárquica e o amor pela cidade de Lisboa pela qual me tenho comprometido. A intervenção autárquica é impar pela proximidade, pela exigência mas também pela capacidade de intervir directamente e determinar a resolução de problemas. O contacto permanente com as pessoas, o confronto com os seus problemas e com as suas exigências mas também o privilégio de testemunhar a satisfação dos seus anseios são características que tornam a politica autárquica tão aliciante. É esta a política que gosto.

Nestas eleições entendi aceitar um desafio diferente. Inédito para mim e relativamente ao qual nunca tinha sentido particular interesse. Aceitei ser candidato a deputado do PSD pelo circulo de Lisboa após convite do presidente da Comissão Política Distrital – Carlos Carreiras para integrar a lista de candidatos de Lisboa, a quem agradeço a confiança demonstrada.

Aceitei ser candidato porque neste momento tão difícil para Portugal entendi que não me sentiria bem com a minha consciência se não estivesse na primeira linha do combate pelo futuro do nosso país. Nestas eleições está em causa a viabilidade do nosso país. E na verdade, só o PSD, como noutros momentos na história de Portugal, pode protagonizar a mudança.

Integro uma lista de militantes mas também de independentes unidos pela vontade de contribuir para mudança do nosso país. Pelo compromisso de devolver a dignidade e o respeito pelas pessoas. Uma lista encabeçada pelo Dr. Fernando Nobre que aprendi, primeiro a respeitar, depois a admirar. Pela verticalidade, pelas convicções, pela entrega e, muito especialmente, pela comunhão de princípios. O PSD ficou mais rico com o seu envolvimento. O país ganhará com a sua eleição.

Quero um país que tenha futuro. Um país que trate com respeito e consideração as pessoas. Um país que trate cada um em função das suas necessidades e das suas capacidades. Um país que crie oportunidades. Um país que demonstre ao mundo que teve um passado importante mas que no futuro será capaz de ajudar a criar um mundo melhor. Quero um país em que os meus filhos possam viver e ser felizes.

Pertenço a uma geração que vai ser posta, pela primeira vez, à prova. Nos últimos anos muitos falharam. A geração de políticos que se propõe mudar Portugal não pode falhar. Pedro Passos Coelho dá a cara por toda esta geração. Estarei ao seu lado no desafio da sua, das nossas vidas.

Portugal precisará de todos para ultrapassar as dificuldades e cumprir os desafios que temos de enfrentar. Com coragem, com ética, com verdade e com muito, muito empenho.

Portugal precisa de voltar a ter esperança e confiança. Precisa de voltar a ter futuro!

É este o meu compromisso: Total empenho. Com ética. Por Portugal. Construir o futuro!


António Prôa

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Presidência móvel

Depois de vários anúncios, e de vários adiamentos, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa mudou o seu gabinete para o Intendente.

Esta operação do Intendente concentra a atenção do presidente da Câmara que impôs também uma forte concentração de recursos. Desde logo a escolha do seu gabinete: ao invés de se instalar num dos vários edifícios do município na zona, arrenda um prédio para se instalar com uma equipa de apoio com mais de duas dezenas de pessoas. Faz um contrato por dez anos quando pretende lá ficar apenas durante dois anos e paga, adiantado a totalidade do valor: 670.000 euros. Depois os vários milhões de euros disponíveis de um financiamento europeu que se destinava à Mouraria mas que habilmente foram desviados para aquela zona (veremos o que sobra para a Mouraria propriamente dita).

Não discuto a popularidade desta iniciativa junto da maioria da população local. Quem não gostaria de ter o presidente instalado no seu bairro com a promessa da resolução dos problemas urbanos locais. Mas será que é esta a forma correcta de gerir uma cidade? E o resto de Lisboa? Será que António Costa só resolve problemas mudando-se para cima deles?

E depois temos a questão dos critérios para avaliar o sucesso da operação. É certo que a requalificação urbana vai ser bem sucedida. Havendo dinheiro, não é difícil. Dentro de dois anos haverá alguns prédios recuperados, ruas mais limpas e arranjadas e talvez até esplanadas. Mas o problema do Intendente é sobretudo de ordem social. Insegurança, prostituição e droga são os problemas complexos de resolver. E quanto a esses ainda não foi assumida qualquer meta que possa medir o sucesso desta grande operação de marketing.

A última vez que um socialista prometeu resolver um grande problema de ordem social foi no Casal Ventoso e o autor foi João Soares. Nessa altura, na década de 90, o bairro foi demolido, mas o problema do tráfico e consumo de droga ali existente não foi resolvido. Antes se espalhou pelas zonas próximas.


texto publicado na edição de Maio do Jornal de Lisboa

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dia da Terra


Neste dia, um desafio: o que podemos nós fazer para preservar o planeta que nos acolheu? Para onde poderemos ir se destruirmos a Terra?

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril. Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caminho errado na mobilidade em Lisboa


A nova tabela de preços do estacionamento em Lisboa, proposta pelo PS e aprovada graças aos votos do PCP e do Bloco de Esquerda, penaliza quem é lisboeta e utiliza o automóvel em curtos períodos, nomeadamente no comércio tradicional e favorece quem vem de automóvel de fora de Lisboa e estaciona por períodos longos.

Com esta decisão, a Câmara de Lisboa prejudica os lisboetas e o comércio tradicional e promove a utilização do transporte individual em detrimento do transporte colectivo de quem o utiliza para entrar em Lisboa para trabalhar.

Políticas erradas em matéria de defesa dos lisboetas, do comércio tradicional, de mobilidade, de eficiência energética e de ambiente às quais o PSD se opôs.

sábado, 16 de abril de 2011

Sem medo do futuro

1. Uma coligação positiva

A Assembleia da República criou as condições para a demissão do Governo, provocando eleições legislativas. Não foi uma coligação negativa. Teve como objectivo permitir que o povo pudesse voltara decidir o rumo do país.

2. O momento adequado

O país caminha para o abismo. O partido socialista não demonstrava ser capaz de mudar este sentido, mesmo com o apoio que solicitou do PSD. A situação do país piorava cada semana que passava. Os resultados que apresentava eram mascarados. O Governo não era credível. Prolongar esta agonia era permitir que os portugueses fossem ainda mais penalizados. Era urgente promover a mudança.

3. Mudar

Portugal precisa de tomar medidas de curto prazo para travar o rumo até agora seguido. O Estado tem de se reformar e de emagrecer para se tornar mais leve mas mais eficiente, prestando melhores serviços mas consumindo menos recursos. A organização do sistema político-administrativo tem de ser modernizada.

4. Compromisso

A situação do país não é fácil. As decisões de que o país necessita dependem de determinação. Algumas das medidas a tomar dependem de aceitação social e de uma forte base de consenso partidário.

As eleições devem clarificar a vontade dos portugueses em relação às alternativas apresentadas. Os resultados eleitorais devem traduzir-se na formação de um Governo com um programa claro. Mas os partidos devem estar disponíveis para compromissos em relação a mudanças estruturais.

5. Esperança

Se o caminho é difícil e se a verdade não permitirá vender ilusões, os sacrifícios só serão aceites se os portugueses voltarem a sentir esperança no seu futuro, se forem mobilizados para um projecto que os envolva e no qual se sintam uma parte responsável pelo seu sucesso, acreditando que o esforço de cada um resultará num futuro comum em que voltará a ser possível ter confiança. Pedro Passos Coelho é o líder capaz de devolver a confiança e de reconstruir a esperança dos portugueses no seu futuro.


texto publicado na edição de Abril do Jornal de Lisboa

domingo, 10 de abril de 2011

Mudam-se os tempos


Noutros tempos o Partido Comunista era reconhecido como o partido mais mobilizado em acções de campanha.


Qual não foi o meu espanto quando hoje verifiquei que o PCP já não convoca manifestações para praças mas apenas para ruas. Foi hoje na rua Augusta em Lisboa. Noutros tempos seria na Praça do Rossio ou na Praça da Figueira. Hoje já só enche ruas...



foto retirada do jornal do Avante

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jardim da Praça de Londres - mania das grandezas


Em breve voltarei ao assunto. Mas para já não resisto a manifestar a minha estupefacção ao verificar que o Jardim da Praça de Londres recentemente remodelado está novamente a sofrer uma intervenção.


A história da remodelação do Jardim da Praça de Londres remonta ao ano de 2007 quando a Junta de Freguesia de São João de Deus manifestou à Câmara a intenção de proceder à requalificação daquele espaço. Uma intervenção que previa a substituição de algumas árvores, renovação de arbustos e da relva, instalação de sistema de rega e reparação dos caminhos. Esta intervenção previa um custo de 39 mil euros. A esta intervenção, o vereador Sá Fernandes contrapôs (e impôs) uma intervenção de profunda renovação de 139 mil euros. Mais 100 mil euros do que o projectto proposto pela Junta de Freguesia.


Seria de supôr que a Câmara, vivendo uma situação de dificuldades financeiras e tendo tantos espaços carenciados de intervenções de requalificação, aproveitasse a proposta da freguesia. Mas não. A Câmara Municipal, por capricho do Vereador, impõe o seu projecto mesmo implicando o desperdício de 100 mil euros do orçamento municipal que poderiam ter sido aplicados em outras intervenções na cidade.


A obra da Câmara ficou concluída há poucos meses. Uma intervenção que implicou modelação de terreno, substituição de mobiliário urbano, substituição quase total do coberto vegetal, reconstrução de caminhos, enfim, um novo jardim. E os tais 100 mil euros a mais do que seria indispensável.


Pois bem, a surpresa é o facto insólito de o Jardim estar a ser novamente intervencionado. Porquê? Não havia necessidade! Para tal bastaria que o dinheiro público não andasse ao sabor dos caprichos de um Vereador. E que tivessem em consideração a proposta, menos ambiciosa, mas mais responsável da Junta de Freguesia de São João de Deus.



imagem retirada daqui

texto também publicado no blog Cidadania Lx

Espectáculo de Luz e água...

O episódio insólito ocorrido no final do jogo entre o Benfica e o Porto que ditou a conquista do campeonato pelo FCP, com o estádio a ficar às escuras e o sistema de rega a ser accionado, foi lamentável.

Quero crer que os dirigentes do SLB não tiveram essa infeliz iniciativa. Acredito que tenha sido um funcionário que não queria observar os festejos e que por sua iniciativa apagou as luzes, e não satisfeito, quis ainda molhar a equipa do Porto.

Mas se assim foi, não se compreende que os dirigentes do Benfica não tenham, imediatamente, pedido públicas desculpas pelo sucedido e anunciado a realização de um inquérito interno para apurar responsabilidades e punir quem tomou tão grave atitude.

Lamentável.